Somos 7 irmãos, eu, Afonso, Deusa, Vilmar, Edmar, Deuzeli e Rosiane. Mesmo com a perda de nossos pais Maria Conceição Rodrigues (2003) e Odom Rodrigues Pimentel (2004) mantemos a tradição de nos reunirmos com outros parentes e amigos para a Ceia de Natal e comemoração do aniversário da Deusa, que nasceu em 25 dezembro. Vilmar e Edmar não compareceram. Nossa reunião na casa da Deuzeli começou por volta das 22 horas e seguiu um roteiro que começou com os cumprimentos de boas-vindas aos chegantes que trouxeram um prato feito e que se acomodaram em várias mesas para um bate papo informal, e servidos com tira gostos e refrigerantes e cervejas para os que gostarem. Por volta das 23 horas após uma breve oração começamos a comilança, ou seja, a degustação dos muitos pratos, como peru e leitoa assados, feijão tropeiro e vários tipos de arroz e saladas, e muitas frutas e sobremesas. (Levei um peru assado, um presente e 8 jenipapos que os colhi no parque Macambira onde faço caminhadas, para enfeitar a mesa das frutas).
Meia
noite, foi a hora de cantarmos os parabéns para a minha irmã e degustarmos um bolo
e mais sobremesas. Por último a revelação do amigo secreto, que ultimamente é o
chamado amigo da onça, em que todos os participantes por meio de uma sequência
de números são sorteados para pegarem o seu presente com o direito a trocar o
presente, sendo que o primeiro a ser sorteado a pegar o presente tem o direito
de trocar o presente por último. Fui o primeiro a ser sorteado a pegar o
presente, e após desembrulhar foi revelado uma linda caneca, por isso, fui o
último a ter o direito de trocar o presente. O meu sobrinho Guilherme se interessou
pela minha caneca, e me deu em troca um suporte de papel toalha acoplada a 3
copos de condimentos, que não gostei muito não; presente de grego ninguém gosta.
O meu cunhado Lucivam e o meu irmão Afonso chamaram o número 14 para pegar o
presente, depois de muita demora a minha irmã Rosiane disse: O número 14 sou
eu. A Deuzeli disse: Deixa de ser sonsa! Depois que todos foram chamados a
pegarem o seu presente e trocarem se desejarem, chegou a minha vez de trocar o
meu presente, foi então que interessei pelo boné que minha irmã Deusa havia
sido sorteada, que não gostou da troca pelo visto. A minha irmã Deuzeli
disse-me que o boné cor de rosa não pegaria bem para minha pessoa. O Lucivam
disse não ter nada a haver. Não havia percebido a cor do boné, e quis trocar
novamente, e troquei por uma carteira de bolso com uma moça de nome Emily, 14
anos, sobrinha do Lucivam. Ela ficou contente com o boné, assim como eu fiquei com
a carteira de bolso.
Por
volta das 03 horas da madrugada quis ir embora para minha casa distante cerca
de 10 quilômetros. Como eu havia parado o meu fusca, cor bege, ano 1979, recém
reformado numa poça d’água, a enxurrada entrou por ser baixo e ficou todo
encharcado que molhou a minha botina social, e demorou na partida, mas pegou.
Zarpei embaixo de um toró de água. Alguns amanheceram comendo e bebendo. Voltei
para o almoço por volta das 14 horas, que também é tradição. Pelas 16 horas me
despedi da turma; mas, eles ficaram comendo, bebendo, ouvindo música e
ensaiando a cantar.
Minhas
03 irmãs pegaram o novo coronavírus, além de outros participantes; e todos não
tiveram complicações. Graças ao meu bom Deus não vi ninguém morrer por perto. Devido
a pandemia do novo coronavírus, compareceram cerca de 20 pessoas, com exceção
das crianças. Não havia medidor de temperatura. Ninguém usou máscara nem
respeitou o distanciamento social. Álcool em gel estava disponível na mesa, e foram
feitas recomendações para não compartilharmos objetos como talheres, não nos abraçarmos nem tocarmos o rosto com as mãos. Com
a graça de Deus, ninguém pegou novo coronavírus. O alarde imposto pelos
globalistas e pseudo-especialistas não nos contaminou. Logo teremos uma vida
normal! Desejo a todos um feliz ano 2021, com muita fé em Deus e amor ao
próximo, sabedoria, saúde e realizações!
Goiânia,
25-12-2020
Nenhum comentário:
Postar um comentário