A trajetória
de Marcelo Rezende como apresentador teve início em 27 de março de 1999 na Rede
Globo, na reestreia do programa policial Linha Direta (sendo que a primeira
versão foi em 1990 e durou 4 meses), que reconstituía crimes de foragidos da
Justiça com narração impactante e havia o disque denúncia. No ano de 2002,
Rezende deixa a Rede Globo e vai para a Rede TV, onde passa a apresentar o
telejornal Repórter Cidadão. Em 2004 assina com a Record TV, onde comanda a
primeira versão do Cidade Alerta. Em 2006 volta para a Rede TV para ancorar o
Rede TV! News até 2008. Em 2010 estreia na Band, no comando do Tribunal na TV,
mesmo padrão do Linha Direta. Ainda em 2010, volta para a Record TV, como
repórter especial do Domingo Espetacular. Em 2011, torna-se apresentador do
Repórter Record. Em 2012, Rezende reassume o comando do Cidade Alerta, com um
estilo mais informal, brincadeiras com repórteres e equipe de
profissionais, e cria o bordão “corta
pra mim”, o que deu certo e fez aumentar a audiência do programa e desbancar a
concorrência.
Em 28 de
abril de 2017, Rezende foi diagnosticado com câncer no pâncreas e fígado,
quando se afasta para tratamento médico. Em 14 de maio em entrevista ao
programa Domingo Espetacular, Rezende confirma o diagnóstico de câncer no
pâncreas e fígado. Nas redes sociais, Rezende interage com os fãs onde
demonstra sua fé em Deus e esperança de cura, e chegou a anunciar o abandono do
tratamento tradicional à base de quimioterapia por um tratamento com métodos
alternativo com base na fé. As últimas notícias eram que o câncer se agravara
com metástase em todo o corpo, com quadro de pneumonia grave, falência múltipla
de órgãos e morte cerebral. Infelizmente, às 17h45, do dia 16 de setembro de
2017 o hospital Moriah, em São Paulo, ligado à Igreja Universal, anunciou à
impressa a morte do conceituado jornalista, que estava internado desde o dia
12. Rezende nasceu no Rio de Janeiro, no dia 12 de novembro de 1951, deixa 05
filhos, duas netas. Quanto ao método alternativo com base na religiosidade não
faltou fé a Rezende. O problema é que a vontade de Deus é outra e temos que
aceitar. Morrer é uma consequência da vida, não há outro caminho. O mais
importante é acreditarmos na vida eterna e deixarmos um legado de boas obras.
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