Os Jogos Olímpicos de 2016 foram realizados com êxito, com enorme público, e cerca de 8 bilhões de bilhetes foram vendidos. Quanto ao quadro de medalhas, o Brasil ficou na 13ª posição, com 19 medalhas, sendo 7 de ouros, 6 de pratas e 6 de bronzes, melhor colocação desde a sua estreia em 1920, em Antuérpia, Bélgica. A expectativa do COB era que o Brasil ficasse na 10ª posição.
No dia 07 a 18 de setembro serão realizados os Jogos Paralímpicos de Verão de 2016 ou Jogos da XV Paralimpíada ou ainda Paralimpíada do Rio 2016. É um evento organizado pelo CPI – Comitê Paralímpico Internacional -, destinado a atletas com deficiências física e mental. É a primeira Paralimpíada a realizar-se na América do Sul, e que terá a participação de 176 países e uma delegação de refugiados, e contará com 4.500 paratletas divididos em 23 esportes, sendo 02 esportes a mais em relação a Paralimpíada de 2012, que são canoagem e paratriatlo. O Brasil contará com 285 paratletas, sendo 185 homens e 100 mulheres.
A primeira Paralimpíada aconteceu em Roma, no ano de 1960, com a participação de 23 países e 400 paratletas. O Brasil participou pela primeira vez em 1972, em Heidelberg, Alemanha, com 20 paratletas homens, e nenhuma medalha conquistada. A melhor participação do Brasil foi na Paralimpíada de Londres 2012, quando terminou na sétima posição no quadro de medalhas, com 21 ouros, 14 pratas e 08 bronzes, 43 ao todo. A expectativa do CPB – Comitê Paralímpico Brasileiro -, para a Paralimpíada do Rio 2016 é que o Brasil estacione na 5ª posição no quadro de medalhas por competir em casa.
Em comparação aos Jogos Olímpicos, o Brasil tem conquistado mais medalhas. Isto se deve ao apoio do Governo Federal através do Ministério dos Esportes, Caixa Econômica (porcentagem das loterias), Banco do Brasil, Correios, Petrobrás, etc. Creio que com mais apoio de governos estaduais e municipais, e da iniciativa privada, poderemos crescer ainda mais. É preciso também que haja uma lei de incentivo ao esporte. Além do mais, ao proporcionamos condições esportivas a pessoas deficientes, estaremos lhes devolvendo a autoestima e inserindo-as no mundo econômico e ainda gerando empregos em vários setores, como na confecção e comercialização de artigos esportivos.
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